Supostamente um destino cruel.


Novamente sentindo o horror me afligir, juntamente com medo.
Vindouro surto, reflexo do descontrole, tal jamais deverá surgir. Medo rodeia momento a momento, a procura das brechas contidas em meus erros.
Penso um desejo contínuo de libertação; ao lado o medo e seus egoísmos, contra a solidão, me aprisionam junto.
Há valores aceitáveis, como a proteção contra perigos.
Ainda sinto-me aflito; talvez poderá ter forças para chorar, outrora será propícia?
Julgar-me-ei ciente do medo, surgida na consciência, talvez banal... O suposto, o destino, em jamais se aprofundar por inteiro a uma pessoa por amor.
Jaz um desafio o qual morrerei por tentar mudar.

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