Adormecendo

Aconchegante cama livrou-me o karma.
Levantei-me e contra meu avanço aos céus, e Deuses a me esperar, o peso da culpa me puxando ao inferno, hades parece um velho amigo.
Olhos doloridos, sem lágrimas desesperadas, enfrentando a guerra quase incontrolável, desse sentimentalismo carnal.
Isso é um sonho?
Deveria... Deveria.
Quero dormir, descansar, mesmo sabendo que ao dormir o último pensamento é incontestável, a fé prevalece, a feição gravada em minha mente ali está.
Volto adormecendo, e essa desejada mudança não acontece, esse sentimento é o próprio Marte, senhor da guerra, como posso vence-lo?
Adormecendo, adormecendo... Óh! Cama minha, desligue essa conexão com o olimpo, conexão, conexão, conexão me domina, domine.
Hypnos me conceda sua dádiva, essa sonolência me devora, necessito do verdadeiro sono. Ao acordar apresenta-me Éter.

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